TAXA DE CÂNCER IN SITU NO RASTREAMENTO MAMOGRÁFICO DE MULHERES ASSINTOMÁTICAS | Clínica Janice Lamas

TAXA DE CÂNCER IN SITU NO RASTREAMENTO MAMOGRÁFICO DE MULHERES ASSINTOMÁTICAS

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OBJETIVO: Avaliar a freqüência de carcinoma in situ no rastreamento mamográfico de mulheres assintomáticas, segundo idade.
MATERIAL E MÉTODOS: Foi realizado um estudo transversal, de fevereiro de 1994 a julho de 2002, em serviço privado de mamografia, no Distrito Federal, com 16.448 mulheres atendidas consecutivamente, pela primeira vez na clínica. Preencheram um questionário padrão e submeteram-se a exames clínico e mamográfico. Foram excluídas 8.635 com sintomas ou sinais de doença mamária, ou outras situações que as caracterizaram como sintomáticas, segundo critérios adotados internacionalmente. As 7.813 restantes, assintomáticas, constituíram a amostra.
RESULTADOS: Carcinoma mamário foi diagnosticado histologicamente em 67 mulheres (8,7 câncer por mil), dos quais 26 era câncer in situ (3,3 câncer por mil mulheres), proporcionalmente mais freqüente em mulheres com 50 anos ou mais de idade. A quase totalidade dos achados mamográficos foi classificada como categoria 4 BI-RADS (25/26). Um caso foi classificado como altamente suspeito.
CONCLUSÃO: A freqüência e distribuição etária de câncer in situ detectada em nossa instituição é consistente com os achados da literatura. A morfologia dos achados suspeitos, de intermediária suspeição, pode refletir o estadio inicial de desenvolvimento dos tumores, situação em que são maiores as possibilidades de cura.

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